quinta-feira, janeiro 27, 2022
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Atuação de Roma consolida candidatura ao Governo do Estado e assusta adversários

Quando se falava que o ministro da Cidadania João Roma (Republicanos) seria candidato ao Governo do Estado da Bahia muitos levantavam dúvida sobre a sua colocação, outros falavam que era apenas “fumaça” e que o mesmo estaria querendo mesmo era se candidatar ao Senado Federal na chapa do seu ex-aliado ACM Neto. Mas as coisas parecem mudar e mudar para a consolidação da candidatura de Roma ao Palácio de Ondina.

Além de ser o “pai” do Auxílio Brasil, que vai atender mais de 17 milhões de famílias por todo Brasil, João Roma teve atuação louvável durante a tragédia das fortes chuvas que colocaram (e ainda estão colocando) mais de 100 municípios baianos em situação de emergência.

Mesmo prestando apoio como ministro, sem qualquer interesse político partidário na tragédia que vitimou 26 baianos, foi natural que os prefeitos, lideranças e populares ligassem o nome a uma possível candidatura e quisessem estar mais próximo do deputado federal licenciado.

O seu contato direto com prefeituras, vereadores e com famílias influentes das regiões atingidas está incomodando seus adversários, que já olham para Roma com outros olhos quando o assunto é outubro de 2022.

Muitos dizem que a atuação dele foi digna de tirar muitos votos polarizados e que a sua “pouca fama”, se comparada com Neto e Jaques Wagner, fez com que os baianos acreditassem no “novo”.

Juntando isso, a atuação nos municípios e o apoio do presidente Jair Bolsonaro, tem gente nos corredores políticos que já não tem tanta certeza de uma eleição fácil para o Palácio de Ondina. Se nacionalmente uma terceira via está sendo colocada em xeque, na Bahia a disputa parece que está totalmente aberta.

Falta somente saber se Roma sairá candidato pelo seu atual partido, o Republicanos, que é apoiador do ex-prefeito de Salvador há anos, ou se filiará a uma sigla mais próxima do Governo Bolsonaro, como o PL, onde o presidente está agora.

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