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segunda-feira, agosto 15, 2022
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Bolsonaro perderá canal no YouTube se cometer mais duas infrações nos próximos meses

A suspensão de uma semana ao canal de Jair Bolsonaro no YouTube, revelada pelo Painel, da Folha de S.Paulo, nesta segunda-feira (25), é a primeira que a plataforma impôs ao presidente.

Em sua live de quinta-feira (21), ele fez associação sem qualquer base científica entre vacinas da Covid-19 e o vírus da Aids.

O YouTube considerou que Bolsonaro infringiu as diretrizes da plataforma ao disseminar desinformação sobre questões de saúde pública, excluiu seu vídeo e determinou a suspensão de uma semana, ao longo da qual ele não poderá fazer transmissões ou publicar novos vídeos.

Em julho, Bolsonaro recebeu uma primeira advertência do YouTube por publicar, supostamente, conteúdo prejudicial ao controle da pandemia. A partir dessa advertência, o usuário passa a ser enquadrado no que é chamado da regra dos três strikes do YouTube.

Após uma primeira infração, o usuário é suspenso por uma semana. Depois da segunda, a suspensão passa a ser de duas semanas. No caso de uma terceira infração no prazo de 90 dias, a conta é fechada.

“Removemos um vídeo do canal de Jair Bolsonaro por violar as nossas diretrizes de desinformação médica sobre a Covid-19 ao alegar que as vacinas não reduzem o risco de contrair a doença e que causam outras doenças infecciosas”, disse o YouTube, em nota.​

“As nossas diretrizes estão de acordo com a orientação das autoridades de saúde locais e globais, e atualizamos as nossas políticas à medida que a orientação muda. Aplicamos as nossas políticas de forma consistente em toda a plataforma, independentemente de quem for o criador ou qual a sua opinião política”, completou.
Na live, Bolsonaro leu uma suposta notícia que alertava que “vacinados [contra a Covid] estão desenvolvendo a síndrome da imunodeficiência adquirida [Aids]”.

Folhapress

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