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quarta-feira, dezembro 1, 2021
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Candidato às prévias do PSDB, Arthur Virgílio Neto critica possível união entre Alckmin e Lula

O ex-prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, esteve em Salvador neste domingo (14), onde encontrou lideranças em mais um compromisso pelas prévias presidenciais do PSDB. Na oportunidade, o ex-senador falou sobre políticas públicas voltadas ao Meio Ambiente e Economia.

Em entrevista exclusiva a este Cidade Revista, Arthur afirmou que não irá desistir de ser o candidato do PSDB à Presidência da República no ano que vem, apesar de não se sentir favorito no páreo que ainda conta com o governador de São Paulo, João Doria, e com o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite.

“Vou até o final, já caminhamos muito. Não me sinto favorito. Minha vida sempre foi assim. São 43 anos de vida pública. Nunca tive um cacique que colocasse a mão em meu ombro. Tudo foi lutado, sofrido, muito batalhado. Eu sinto que eu ganhei duas eleições já: eleição de falar em democracia no Brasil inteiro e falar em Amazônia no Brasil inteiro. Isso já é uma grande vitória”, afirmou.

Questionado sobre uma possível aproximação e formação de chapa entre o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), e o ex-presidente Lula (PT), Arthur Virgilio Neto não aprovou a ideia, dizendo, inclusive, que “um não faria bem ao outro”. Alckmin, inclusive, deve sair do partido tucano.

“Eu acho que é uma coisa tola, que prejudicaria os dois. Não seria uma coisa boa nem para um, nem para o outro. Eu, se fosse o Alckmin, não faria isso, e se fosse o Lula, não queria o Alckmin por perto. Eu ia buscar outros nomes, mas esse é um problema deles”, disse.

O ex-senador ainda fez críticas ao Governo Bolsonaro. Como deputado federal e senador por 20 anos, líder da oposição do senado por oito, duas vezes líder do ex- presidente Fernando Henrique Cardoso, ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República do governo FHC e três vezes prefeito de Manaus, relatou nunca ter precisado falar com o atual presidente enquanto mesmo era deputado federal.

“Eu falava com todos os deputados e senadores, mas nunca precisei falar com ele. É uma peça estranha, trocava de partido como trocava de roupa”, pontuou.

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