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quarta-feira, dezembro 1, 2021
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Ex-diretor da Petrobras indicado pelo PT tem pena aumentada

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) aumentou a pena do ex-diretor de serviços da Petrobras, Renato Duque, para 12 anos, nove meses e 15 dias de prisão por crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro investigados pela Operação Lava Jato. A pena anterior, fixada na 13ª Vara Federal de Curitiba, era de seis anos, seis meses e dez dias.

A decisão foi unânime na 8ª Turma do TRF4, em julgamento realizado na última quarta-feira (10). Cabe recurso.

Duque foi preso em março de 2015. Em março de 2020, após quase cinco anos preso no complexo médico de Pinhais (PR), o ex-diretor da Petrobras recebeu autorização judicial para responder em liberdade.

Além de Duque, também são réus no mesmo processo João Vaccari Neto, ex-tesoureiro do PT, e Guilherme Esteves de Jesus, representante comercial e operador financeiro do Grupo Jurong no Brasil.

No mesmo julgamento, o TRF4 negou recurso de Vaccari Neto e manteve a pena dele em sete anos, seis meses e 20 dias de prisão pelo crime de corrupção passiva.

O tribunal acolheu parcialmente a apelação de Esteves de Jesus, reconhecendo falta de provas sobre a participação dele em organização criminosa. Sua pena foi reduzida de 19 anos e quatro meses para 16 anos, oito meses e 20 dias de reclusão por corrupção ativa e lavagem de dinheiro.

Renato Duque trabalhou por mais de 30 anos na Petrobras e foi indicado pelo PT para o alto escalão da empresa, onde ocupou a Diretoria de Serviços entre 2004 e 2012. O nome dele teria sido sugerido pelo ex-ministro José Dirceu, condenado no processo do mensalão por corrupção ativa. Nomeado no governo Lula, o ex-diretor deixou o posto já quando Dilma Rousseff era a presidente.

Com informações da Folhapress

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