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terça-feira, novembro 30, 2021
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Moradores de Abrantes reclamam de insegurança após assassinato de músico

Após sequestro e morte de um percussionista no último domingo (21), depois de um show em Catu de Abrantes, Camaçari, a população teme que facções criminosas voltem a atuar na região. A suspeita é que o músico tenha sido assassinado por traficantes da localidade, segundo informações do Balanço Geral, da RecordTV Itapoan.

O jovem era morador do bairro de Portão, em Lauro de Freitas, e não teria envolvimento com o tráfico de drogas. Não há informações sobre o que motivou o sequestro seguido de assassinato, mas, segundo moradores que relataram a insegurança no local a este Cidade Revista, há um clima de tensão nas ruas e a especulação de que haverá represália.

Na manhã da última terça-feira (23), a população se reuniu para fazer uma manifestação na Estrada do Coco, bem na entrada de Portão. Registros mostraram pneus sendo queimados e a populares gritando “queremos justiça”. As duas pistas foram totalmente bloqueadas.

Mensagens nas redes sociais orientam aos moradores da região a se protegerem de possíveis retaliações, inclusive, os motoristas por aplicativo estão se mobilizando para evitar a região.

Confira a mensagem:

Segurança Pública

De acordo com dados do DATA SUS/TabNet, a Bahia teve um crescimento de 200% no número de homicídios desde o início do Governo do PT no Estado, há 16 anos. O levantamento mostra que, de 1993 a 2006, o estado teve 25.977 homicídios, e de 2007 a 2020 o número subiu para 79.923. Ou seja, mais de 200% a mais comparando os dois períodos de 13 anos.

De 1993 a 2006, segundo o levantamento, 25.977 pessoas foram assassinadas no estado. A média anual era de 1.856 mortes por homicídio neste período. O ano de 2006, inclusive, foi o que registrou mais mortes: 3.288.

Já de 2007 a 2020, período onde o Governo do Estado já era gerido pelo Partido dos Trabalhadores (PT), os casos saltaram. A Bahia registrou 79.923 homicídios, cerca de 200% se for comparado com o mesmo período de tempo antes da gestão de Jaques Wagner e Rui Costa. O ano que registrou mais assassinatos foi o de 2017, com 6.807 casos.

Associação FelizCidade
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