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quarta-feira, dezembro 1, 2021
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Não é só no Brasil: PT enfrenta incertezas para 2022 também na Bahia

O Partido dos Trabalhadores (PT) não está tendo uma vida fácil para se articular para as eleições do ano que vem. Em âmbito federal, o nome do ex-presidente Lula aparece como favorito, mas o mesmo já disse que não sabe se será candidato. Garantia mesmo é que ele disse que ia participar do pleito, “seja como candidato ou como eleitor”.

Na Bahia não é diferente. Apesar de ter o nome do senador Jaques Wagner consolidado no partido para concorrer ao Palácio de Ondina, o vice-governador de Rui Costa, João Leão (PP) já disse a quem quis ouvir que sairá candidato ano que vem ao Governo do Estado mesmo sem o apoio dos petistas.

A “batida de pé” de Leão gera apreensão no PT. Isso devido à quantidade de prefeituras que o Bonitão, como o vice-governador é conhecido carinhosamente nos bastidores, tem ao seu lado. Alguns dizem que ele chega a ter mais de 1/4 da Bahia com ele. Inclusive, o pepista é chamado de “governador do Oeste” por esses lados do estado. Número que seria fundamental para a continuidade dos petistas no poder baiano.

Segundo fontes deste Cidade Revista, negociações estão sendo feitas para que PP e PT saiam em chapa conjunta na Bahia ano que vem, mas a cada encontro o desejo de João Leão sair candidato só aumenta. Já foi oferecido a Leão ser governador por nove meses ano que vem (com a possível ida de Rui ao Senado), bem como ser presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), propostas que não agradam ao vice-governador.

No Brasil, a notícia da semana foi uma possível chapa Lula-Alckmin. Para alguns isso seria um acordo “tolo, que não faria bem nem a um, nem a outro”, mas ao que parece a ideia tem ganhado corpo. Quem não está gostando nada disso é Ciro Gomes (PDT), que ainda sonha em uma união da esquerda que indique o seu nome como candidato único em confronto com o presidente Jair Bolsonaro.

Enquanto há incertezas de um lado, do outro os caminhos parecem mais tranquilos e direcionados. João Roma, apesar de não confirmar candidatura, deve ser mesmo o candidato de Bolsonaro ao Governo do Estado, decepcionando alguns carlistas que sonhavam com uma união na chapa majoritária entre Roma e o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto.

Bolsonaro, por sua vez, é candidatíssimo. A dúvida, no entanto, é saber por qual partido. PL segue como favorito, mas outras possibilidades começam a ser estudadas pelo presidente. Republicanos, PSC e o PP seguem esperando uma definição entre o casamento entre o presidente da República e o PL.

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