segunda-feira, janeiro 24, 2022
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Policiais Civis reclamam de estrutura precária em delegacias e falta de efetivo

Em matéria divulgada pela TV Bahia, nesta quarta-feira (1), foi mostrado que as delegacias de Salvador da Polícia Civil estão em situação precária de estrutura. Mofo, vazamento de água no teto, falta de equipamentos de ar-condicionado e abandono de materiais são comuns nos locais. O Sindpoc ainda denunciou a falta de efetivo tanto na capital quanto no interior.

De acordo com dados do Sindicato, além da falta de estrutura, outra dificuldade é o efetivo. Os números mostram uma carência de policiais, delegados, investigadores e escrivães em todo estado. Inclusive, segundo o Sindpoc, cerca de 100 cidades baianas não possuem investigadores exclusivos do município, o que compromete investigações e soluções de crimes.

O número de policiais atuando hoje é de 5.516, quando deveriam ser de 9.933; os delegados são 808, mas o ideal era que fosse 1.200; na profissão de Investigador o déficit é ainda maior: são 3.744, quando deveriam ser 6.640; os escrivães são 964, quando eram para estar atuando 1.293. Esses números deveriam ser obedecidos de acordo com a Lei 11.370/2009, que regulamenta a Polícia Civil na Bahia e que aponta a proporção de efetivo para cada localidade.

No dia 27 de outubro, aconteceu a Assembleia Presencial, em frente à Governadoria, no Centro Administrativo da Bahia (CAB), onde a principal pauta dos policiais foi o salário de nível superior. Na oportunidade, cerca de 300 pessoas estiveram presentes, entre investigadores, escrivães e peritos técnicos.

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