quinta-feira, janeiro 27, 2022
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“Se o crime já aconteceu, o que adianta punir” diz advogado que participou de homenagem a Lula

Esta semana os brasileiros ouviram uma das maiores aberrações cometidas por advogados na recente história do Brasil, algo que é até difícil de acreditar, mas que acontecer. Viralizou nas redes sociais da Internet a insana declaração foi feita advogado Antônio Cláudio Marins de Oliveira, durante reunião do Grupo Prerrogativas, que não tem lá uma boa fama.

“Este grupo ficou conhecido por condenar a Lava Jato e defender os corruptos e criminosos que roubaram bilhões e bilhões do sofrido contribuinte brasileiro”, disse um advogado.

O pretexto do evento foi chamado pela classe de um “desproposito”: homenagem ao ex-presidiário Lula, condenado em três instâncias diferentes, sob acusação de liderar o maior esquema de corrupção do Brasil e ser chefe de quadrilha.

“Se o crime já aconteceu, o que adianta punir”, disse Marins, que ainda foi adiante.

“Que se puna, mas não se ache que a punição irá combater a corrupção.”  Raciocínio típico de cérebro de tatuíra, uma vez que qualquer  punição é inexistente antes do ato delituoso acontecer.

O incentivo à impunidade foi repudiado pelo empresário e pré-candidato a deputado estadual Heckel Pedreira (PTB). “Nesta linha que o advogado falou, iremos, então, libertar o assassino já que a vítima está morta? Vamos libertar estupradores, terroristas, homicidas? É surreal e apavorante a declaração, algo difícil de acreditar. Que o povo brasileiro lembre a quem eles servem”, disse Heckel.

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