segunda-feira, janeiro 24, 2022
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Vice-presidente enfatiza medidas do Governo Federal para redução de gastos

Durante a sua participação na live das perspectivas para o próximo ano, realizada nesta terça-feira (30), pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, enfatizou as medidas do Governo Federal para o corte de gastos e a PEC dos Precatórios.

Para Mourão, o período eleitoral, marcado para outubro de 2022, será um momento de choques. “Nós ainda temos perspectivas de ao longo do 1º semestre conseguir aprovar algumas medidas que permitam avanços na busca de consolidar o equilíbrio fiscal e a produtividade”, disse.

O vice-presidente ainda salientou o papel do presidente Jair Bolsonaro em tentar diminuir gastos.

“Os gastos primários do governo em relação ao PIB (Produto Interno Bruto) serão menores do que em em 2018. O governo procurou fazer sua parte ao diminuir a parcela de gastos públicos”.

Sobre a PEC dos Precatórios, que altera o cálculo do teto de gastos para acomodar despesas com o Auxílio Brasil, por exemplo, ele afirmou que ainda há “gente em situação extremamente difícil” no Brasil que precisa do auxílio do Governo Federal. “Essa PEC a gente tem que entender as limitações, e que o teto de gastos é uma grande camisa de forças”, declarou.

“Não podemos ser totalmente Milton Friedman, nem totalmente Keynes. Tivemos que buscar um meio-termo. A virtude está no centro”, afirmou, em referência a economistas que defendiam menor participação do Estado na economia, e maior intervenção estatal, respectivamente.

Mourão disse, ainda, que o avanço da China como superpotência mundial ameaça a posição hegemônica dos Estados Unidos da América (EUA), e que o processo provoca turbulências em outros países.

“Pode ser um cenário bom, de competição benigna, mas também pode ocorrer uma competição que deságue em algum tipo de conflito, o que seria extremamente prejudicial para todos os países”, completou.

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